O efeito de smart money nos fundos de investimento: o caso português

Autores

  • Júlio Lobão Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP)
  • Miguel Oliveira Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Palavras-chave:

smart money, fundos de investimento, eficiência dos mercados financeiros, Portugal.

Resumo

O objetivo deste artigo é o de analisar a capacidade dos investidores em fundos de investimento para selecionar aqueles que apresentam rentabilidade mais elevada. Essa capacidade é denominada na literatura por efeito de smart money. A amostra utilizada diz respeito aos fundos sediados em Portugal, no período de 2003-2011. Os resultados indicam que, em geral, os investidores tiveram boa capacidade de seleção de fundos. Quando o mercado está em fase de subida (descida) de preços, os investidores têm a perícia de selecionar os fundos onde investir (desinvestir), mas não os fundos a liquidar (comprar). A intensidade do smart money parece ainda depender da categoria e da dimensão dos fundos transacionados.

Biografia do Autor

Júlio Lobão, Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP)

Professor auxiliar da Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Miguel Oliveira, Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Mestre em Finanças pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto

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Publicado

2017-06-30

Como Citar

LOBÃO, J.; OLIVEIRA, M. O efeito de smart money nos fundos de investimento: o caso português. Nova Economia, [S. l.], v. 27, n. 1, 2017. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/novaeconomia/article/view/2877. Acesso em: 26 nov. 2020.

Edição

Seção

Números Regulares