Custo de acessibilidade entre residência e trabalho: um enfoque das características individuais, familiares e locais

  • Admir Antônio Betarelli Junior Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR) Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Economia
Palavras-chave: Custo de acessibilidade, Transporte, modelo logit ordenado

Resumo

Este artigo analisa o quanto as características individuais, familiares e locais podem influenciar na probabilidade de a própria pessoa ocupada ter maior ou menor custo de acessibilidade no deslocamento da sua residência ao local de trabalho. Para tanto, utiliza-se o tempo médio gasto do domicílio ao trabalho (disponível na PNAD) como custo de acessibilidade, cuja variável de resposta ordenada é estimada por máxima verossimilhança com o modelo logit ordenado generalizado (MLOG). Os principais resultados alcançados apontam que as famílias sem filhos promovem um efeito negativo sobre a probabilidade de um menor custo de acessibilidade; o aumento da idade faz elevar as chances dos indivíduos de se preocuparem com os seus custos de acessibilidade; e, quando as pessoas ocupadas recebem auxílio de transporte, aumentam as chances de terem até 30 minutos de percurso entre sua residência e trabalho.

Biografia do Autor

Admir Antônio Betarelli Junior, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR) Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Economia

Doutor em Economia pelo CEDEPLAR/UFMG e Bolsista do CNPq - Brasil (PDJ)

Publicado
2016-02-15
Como Citar
BETARELLI JUNIOR, A. A. Custo de acessibilidade entre residência e trabalho: um enfoque das características individuais, familiares e locais. Nova Economia, v. 25, n. 2, 15 fev. 2016.
Seção
Números Regulares