Upstreamness, exportações e competitividade internacional: lições do caso da China

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Resumo

Este artigo tem como objetivo fornecer mais e melhores evidências sobre o grau e a natureza da interação dos países nas cadeias de valor globais (CGV) a partir de métricas compatíveis com a fragmentação internacional da produção, com foco no padrão de especialização chinês em redes de produção verticalmente integradas. Nossos resultados sugerem que a produção da China avançou para outros estágios localizados mais no início das CGVs, enquanto o país aprofundou sua importância na divisão da produção internacional entre os países e tornou-se menos dependente de importações intermediárias incorporadas em suas exportações. A queda nas importações de intermediários reexportados na China não se traduziu em menor diversificação de suas exportações. Pelo contrário, a China galgou a escada da complexidade da produção, ao mesmo tempo que se integrou mais ao comércio mundial e dependeu cada vez menos de insumos importados, bem como tornou-se mais competitiva na produção de componentes.

Palavras-chave: cadeias de valor globais, competitividade internacional, padrões de especialização vertical, China.

Códigos JEL: L00, L23, F14.

Biografia do Autor

Carolina Troncoso Baltar, Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil.

Professora-adjunta do Instituto de Economia da Unicamp.

Fernando Sarti, Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil.

Professor do Instituto de Economia da Unicamp.

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Publicado

2023-07-25

Como Citar

MARCATO, M. B.; BALTAR, C. T.; SARTI, F. Upstreamness, exportações e competitividade internacional: lições do caso da China . Nova Economia, [S. l.], v. 33, n. 1, p. 37–64, 2023. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/novaeconomia/article/view/7252. Acesso em: 15 jul. 2024.

Edição

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