Exportações e processos inovativos: um estudo para América Latina e Europa do Leste

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Marcelo José Braga Nonnenberg
Ana Paula Macedo de Avellar

Resumo

O objetivo do presente artigo é fornecer evidências de que a inovação contribui para o sucesso do desempenho exportador, controlando a presença de endogeneidade e o problema de viés de seleção, por meio de variável instrumental e do modelo de seleção de Heckman, para uma amostra de firmas da América Latina e Europa do Leste. As evidências sugerem um padrão de comportamento entre as empresas, sendo que tamanho, idade e participação de capital estrangeiro influenciam positivamente na decisão de exportar dessas empresas. Quanto aos indicadores de inovação, os resultados apontam que a inovação afeta positivamente a probabilidade das empresas exportarem. Os resultados do modelo de Heckman, somente para os países da América Latina, apontam que a inovação afeta a probabilidade da empresa exportar, e influencia negativamente na intensidade das exportações em relação às vendas.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Seção
Artigos
Biografia do Autor

Ana Paula Macedo de Avellar, Instituto de Economia - Universidade Federal de Uberlândia

Possui Graduação em Economia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1997), Mestrado em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (2001) e Doutorado em Economia Industrial e da Tecnologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é professora adjunta do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia. Tem experiência na área de Economia Industrial e da Tecnologia, desenvolvendo pesquisas sobre os temas: Indicadores de Inovação, Cooperação para Inovação, Inovação e Produtividade, Avaliação de Impacto de Políticas de Inovação, Comércio Internacional, Regulação e Política Antitruste.