Avaliação empírica do teorema da paridade coberta de juros entre o real brasileiro e o dólar americano (2008-2013)

Autores

  • André Cieplinski Universita degli studi di Siena
  • Júlia Braga Universidade Federal Fluminense
  • Ricardo Summa Universidade Federal do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

paridade coberta de juros, cupom cambial

Resumo

Em contraste com a vasta evidência internacional em favor da validade da Paridade Coberta de Juros (CIP), a escassa literatura nacional encontra dificuldades para confirmar tal condição na economia brasileira. Neste trabalho, a validade da CIP entre o Real brasileiro e o Dólar americano é testada para o período de 2008 a 2013, a partir de dados diários. Para tanto, são exploradas as peculiaridades dos dados brasileiros e das variáveis utilizadas na estimação. Argumenta-se que a taxa de juros externa relevante para o teste da CIP no Brasil é aquela acessível aos agentes internos, cuja proxy é a taxa libor acrescida do EMBI+ brasileiro (o spread entre os títulos da dívida externa soberana brasileira e a taxa livre de risco americana). Por fim, a comparação desta taxa com a do cupom cambial – que constitui um fechamento tautológico para a paridade coberta – estabelece um método alternativo para validar a CIP, o qual corrobora os resultados dos testes diretos.

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Publicado

2018-06-04

Como Citar

CIEPLINSKI, A.; BRAGA, J.; SUMMA, R. Avaliação empírica do teorema da paridade coberta de juros entre o real brasileiro e o dólar americano (2008-2013). Nova Economia, [S. l.], v. 28, n. 1, 2018. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/novaeconomia/article/view/3274. Acesso em: 27 out. 2020.

Edição

Seção

Números Regulares