Determinantes da pobreza nas Regiões Metropolitanas do Brasil no período de 1995 a 2009

Autores

  • Douglas Mesquita Carneiro Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Izete Pengo Bagolin Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Silvio Hong Tiing Tai Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

pobreza, desigualdade de renda, crescimento

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar o impacto do crescimento e da desigualdade de renda na evolução da pobreza nas regiões metropolitanas do Brasil. Para tanto, aplica-se à decomposição temporal e espacial de Shapley, por meio da metodologia proposta por Shorrocks (1999). Utilizam-se dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 1995 a 2009. A mensuração da pobreza é tratada com base na família de índices Foster-Greer-Thorbecke (FGT), usando uma linha de pobreza de R$ 140,00. Os resultados da análise anual mostraram pouca variação nos níveis de pobreza no período de 1995 a 2003. O período seguinte, de 2004 a 2009, apresenta tendência de queda nos indicadores de pobreza para todas as regiões metropolitanas, sendo o componente crescimento o principal determinante de tal trajetória. A análise espacial de decomposição da pobreza mostra alterações no padrão espacial, com diminuição das diferenças dos níveis de pobreza entre as regiões metropolitanas do país.

Biografia do Autor

Douglas Mesquita Carneiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutorando em Economia (PPGE/PUCRS).

Izete Pengo Bagolin, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutora em Economia. Profª. do PPGE/PUCRS.

Silvio Hong Tiing Tai, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Doutor em Economia. Prof. do PPGE/PUCRS.

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Publicado

2016-08-08

Como Citar

CARNEIRO, D. M.; BAGOLIN, I. P.; TAI, S. H. T. Determinantes da pobreza nas Regiões Metropolitanas do Brasil no período de 1995 a 2009. Nova Economia, [S. l.], v. 26, n. 1, 2016. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/novaeconomia/article/view/2036. Acesso em: 4 jul. 2022.

Edição

Seção

Números Regulares