https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/issue/feed Revista Multiface Online 2021-08-18T13:55:19-03:00 Editorial Multiface multifaceeditorial@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Multiface Online (ISSN 2358-9760) é um periódico de iniciativa dos bolsistas do Programa de Ensino Tutorial (PET) dos cursos de Ciências Econômicas e de Administração e do Sistema de Bolsas do curso de Relações Econômicas Internacionais da FACE/UFMG.</p> <p>A revista não tem fins lucrativos e é uma publicação científica exclusiva de alunos de graduação ou de artigos provenientes de trabalhos feitos para a conclusão do curso. Ela busca ser aberta a uma orientação pluralista, admitindo trabalhos de diferentes correntes teóricas, além de trabalhos não necessariamente ligados a um formato padrão de artigo científico.</p> <p>Os artigos publicados são listados e indexados em bases bibliográficas internacionais (<a href="https://doaj.org/toc/2358-9760?source=%7B%22query%22%3A%7B%22filtered%22%3A%7B%22filter%22%3A%7B%22bool%22%3A%7B%22must%22%3A%5B%7B%22term%22%3A%7B%22index.issn.exact%22%3A%222358-9760%22%7D%7D%2C%7B%22term%22%3A%7B%22_type%22%3A%22article%22%7D%7D%5D%7D%7D%2C%22query%22%3A%7B%22match_all%22%3A%7B%7D%7D%7D%7D%2C%22from%22%3A0%2C%22size%22%3A100%7D" target="_blank" rel="noopener">DOAJ</a>, <a href="https://www.sindexs.org/JournalList.aspx?ID=3679" target="_blank" rel="noopener">Scientific Indexing Services</a>, <a href="http://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=26057" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a>, <a href="https://scholar.google.com.br/citations?user=jBnFU3UAAAAJ&amp;hl=en" target="_blank" rel="noopener">Google Scholar,</a> <a href="http://www.sumarios.org/revista/multiface" target="_blank" rel="noopener">Sumários de Revistas Brasileiras </a>e Digital Object Identifier (<a href="https://doi.org/10.29327/223163">DOI</a>).</p> https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7135 CAPITAL E O TRABALHO DO CUIDADO 2021-08-18T00:55:06-03:00 Bárbara Silva barbarasilvaufmg@gmail.com <p>A Economia do Cuidado possui uma face para além da economia relacionada ao trabalho visível de enfermeiros e educadores, por exemplo. O texto em questão, pretende discutir um pouco sobre o cuidado que engloba o trabalho reprodutivo, doméstico e de bem estar, sendo essas atividades historicamente designadas às mulheres como (...)</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7072 Expediente 2021-07-22T15:35:19-03:00 Otavio de Souza Teixeira otavioteixeira27@gmail.com 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6515 O PONTO DE MUTAÇÃO: 2020-11-24T15:14:56-03:00 Barbara Kelly da Silva barbarakellyec@gmail.com <p>Este texto introdutório busca trazer uma prévia da incorporação da teoria sistêmica nas ciências econômicas, à luz da interpretação da economia ecológica. O objetivo central é despertar a atenção do (a) leitor (a) para as principais crises e tranformações dos paradigmas econômico-sociais que revelam a necessidade de analisar tais trasnformações a partir de uma visão holístico e interdependente entre os recursos da Terrra. Para tanto, utiliza-se a expressão "o ponto de mutação" do autor Fritjof Capra (2006), bem como expressões e ideias da sabedoria oriental. A relevância de tal debate está no fato de que nos encontramos em um momento crucial, no qual as deciões tomadas determinarão o futuro da humanidade.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7133 O "ECONOMIA SEM LIMITES" NA PANDEMIA 2021-08-18T00:38:36-03:00 Luca Vilela lucavilela14@gmail.com Vanessa Freitas vanessaffs@ufmg.br <p>O Economia Sem Limites surgiu em 2013 com o propósito de levar as reflexões que desenvolvemos na Faculdade de Ciências Econômicas às escolas públicas de Belo Horizonte. A partir de formações que fazemos com professores, pesquisadores e especialistas – a grande maioria da UFMG – construímos aulas sobre diversos temas econômicos, sociais e políticos, como mineração, questão agrária, desmatamento na Amazônia, previdência e dívida pública. Em seguida, marcamos um horário com as escolas parceiras – o que nem sempre é fácil, já que o público alvo do projeto são alunos (muito atarefados) do Ensino Médio.</p> <p>A pandemia de covid-19, no entanto, afetou profundamente (...)</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6380 A ORIGEM DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: 2020-08-03T11:50:52-03:00 Alline Fernandes Corrêa allinec@yahoo.com.br <p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho, parte integrante da pesquisa “PET UFMG 1985-2005: seu legado e sua história”</span><span style="font-weight: 400;">, concentra se em historiar a concepção do Programa de Educação Tutorial, com o intuito de detalhar seus princípios e fundamentos. Originalmente denominado Programa Especial de Treinamento, o PET foi diretamente inspirado em um experimento acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, o Sistema de Bolsas, criado em 1954. Neste artigo traçamos um paralelo entre os princípios do Sistema de Bolsas da FACE e a proposta original do PET, conforme instituído em 1979 pela CAPES.</span></p> <p><br><strong>Palavras-chave:</strong><span style="font-weight: 400;"> programa, pesquisa, ensino, extensão, história.</span></p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7134 PROJETO DROGARIA 2021-08-18T00:44:49-03:00 Luiza Ferreira luiza.ferreira@ucj.com.br <p class="Default"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif;">O projeto Drogaria começou quando a proprietária de uma Drogaria na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, percebeu que o mercado estava dando poucos estímulos positivos, e com isso, as vendas haviam se estagnado nos últimos períodos antes da execução do projeto. Por consequência de todas essas adversidades, a (...)</span></p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7073 Editorial 2021-07-22T15:37:02-03:00 Otavio de Souza Teixeira otavioteixeira27@gmail.com 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/7071 Capa 2021-07-22T15:33:28-03:00 Otavio de Souza Teixeira otavioteixeira27@gmail.com 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6845 LEITURA CRÍTICA DE "AMÉRICA LATINA: RAÍZES DE LONGO PRAZO DE UMA VARIEDADE DE CAPITALISMO" 2021-04-02T04:42:37-03:00 João Victor Simões Ferreria joaosimoesf@yahoo.com.br <p>Visando responder as perguntas sobre (i) os distintos caminhos do desenvolvimento da América Anglo-Saxônica e América Latina após a independência e (ii) a persistência da posição subdesenvolvida da América Latina em relação às economias desenvolvidas, o capítulo “<strong>América Latina: raízes de longo prazo de uma variedade de capitalismo</strong>” por Cimini, Ribeiro e Albuquerque (2021), reproduzindo a escola institucionalista, reconhece a diferença nos níveis de desenvolvimento como decorrente das divergências institucionais entre as colônias e busca analisar “como se deu o impacto inicial da primeira revolução tecnológica sobre a região e sua consequente inserção no comércio internacional.” A presente resenha pretende explorar de forma crítica alguns dos argumentos trabalhados, especialmente quanto aos óbices coloniais aos impactos da Revolução Industrial, à herança colonial e estrutura econômica no pós-Independência e a fragmentação política no processo de independência.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6429 COOPERAÇÃO UNIVERSIDADE - INDÚSTRIA NO BRASIL: 2020-09-14T22:06:31-03:00 Pedro Faria pedropark99@gmail.com <p>As universidades e instituições de pesquisa, são parte importante do sistema nacional de inovação, pois dão suporte às firmas, na construção de suas capacidades tecnológicas. Neste artigo, busco mostrar a evolução recente das interações entre essas instituições e a indústria no Brasil, através dos dados da PINTEC. Os dados mostram que o cenário enunciado pela literatura, se perpetua, onde há uma participação muito baixa dessas instituições no desenvolvimento tecnológico recente do país (menos de 3% das firmas inovadoras responderam que colaboraram com universidades). Por isso, discuto fatores que limitam essa cooperação e proponho algumas soluções. Dentre esses fatores temos: as políticas macroeconômicas, que tem afetado negativamente o desenvolvimento tecnológico e industrial do país; a falta de “diversidade” e uma visão de longo prazo nas políticas de CT&amp;I atuais; a alocação de profissionais pós-graduados na economia; e a exclusão de grande parte da população à educação superior.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6556 O DESENVOLVIMENTO DOS ESTADOS UNIDOS: 2020-11-21T22:13:47-03:00 Beatriz Neves beatrizramosneves@gmail.com Odilon Amaral odilonufmg@yahoo.com <p><strong>Resumo: </strong>A maioria das teorias do desenvolvimento e dos relatos dos historiadores econômicos deixa evidente que Estado e economia andam juntos quando o tema é progresso econômico e tecnológico. Lançar o olhar para os Estados Unidos, um país que se considera a personificação da liberdade (sobretudo econômica), e desvendar o mito do livre comércio como caminho para o desenvolvimento são passos reveladores para compreender as economias que não conseguiram avançar aplicando a fórmula "mágica" do neoliberalismo. Apesar de ter em vista essa desmitificação, não há a intenção de ditar qual o melhor caminho para o catch up das economias retardatárias e, sim, por meio de uma breve revisão bibliográfica, observar quais foram, de fato, os artifícios utilizados pelos EUA para se desenvolverem.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Summary:&nbsp; </strong>Most development theories and reports by economic historians make it clear that the state and the economy go together when it comes to economic and technological progress. Looking at the United States, a country that considers itself to be the embodiment of freedom (especially economic), and unraveling the myth of free trade as a path to development are revealing steps to understand how economies that failed to advance by applying the "magic" formula "of neoliberalism. Despite having this demystification in mind, there is no intention to dictate what is the best way to catch up lagging economies, but, through a brief bibliographic review, to observe what, in fact, were the devices used by the US to develop.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6959 CUSTOS INSTITUCIONAIS DA ACUMULAÇÃO DE RESERVAS INTERNACIONAIS 2021-06-07T14:00:31-03:00 Lucca Henrique Gustafson Rodrigues lucca1509@gmail.com <p>O artigo pretende analisar quais as consequências econômico-contábeis do processo de acumulação de reservas internacionais. Argumenta-se que a recente acumulação de reservas somada a uma alta volatilidade cambial impõe custos institucionais relevantes que obrigam o redesenho das relações legais entre o Tesouro Nacional e o Banco Central. Para isso, é realizada uma análise crítica das leis 11.803/2008 e 13.820/2019 a luz dessa problemática.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/multiface/article/view/6767 INDIVIDUAL AND COLLECTIVE BEHAVIORS DURING THE COVID-19 PANDEMIC IN BRAZIL: 2021-06-11T15:43:15-03:00 Mayra de Souza Pimenta mayradesouzapimenta@hotmail.com Renan Gadoni Canaan renan.gadoni@gmail.com <p>This paper aims to address the decision-making process of individual and collective behavior during the COVID-19 pandemic in Brazil. To answer this research question, our analysis will make use of economic theoretical models, namely game theory and the tragedy of commons, to simulate individual, firms, and collective behavior in the pandemic in Brazil. Analysis point that, according to the Prisoner’s dilemma approach, citizens, as well as firms, are inclined to mutually defect from changing their behavior to comply with social distancing measures. Consequently, they will be worse off compared to a group-centered decision. Also, the framework on the tragedy of the commons predicts that individuals, taking self-centered decisions, opt out of the sanitary measures. This will lead to the depletion of the collective benefit, i.e. public health. Therefore, public intervention is justified to coordinate individuals’ behavior because citizens are better off when everyone complies with social distancing measures.</p> 2021-08-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021