https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/issue/feed Marketing & Tourism Review 2019-09-06T22:08:46-03:00 Marlusa de Sevilha Gosling mkt.tourism.review@gmail.com Open Journal Systems Periódico Eletrônico de Marketing e Turismo https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5061 A profile of visitors to Brazil Amazon Protected Areas: 2019-09-06T22:08:45-03:00 Robert Clyde Burns Robert.Burns@mail.wvu.edu Lidiane Castro Gregory lidianecas@gmail.com Jasmine Cardozo Moreira jasminecardozo@gmail.com <p>O propósito deste estudo foi desenvolver um perfil de visitantes em dois locais turísticos e unidades de conservação na Bacia Amazônica brasileira: Floresta Nacional do Tapajós (Pará) e Parque Nacional de Anavilhanas (Amazonas). Uma pesquisa in loco foi feita nas duas áreas. O total de questionários utilizados nesta análise foi de 2512 (1255 em Tapajós e 1257 em Anavilhanas). Os dados coletados oferecem uma fonte importante de informações para os gestores das áreas protegidas, para que eles possam entender melhor as necessidades recreativas e a capacidade atual de uso em ambas as áreas protegidas. Um dos objetivos deste estudo foi reunir dados para entender o fluxo atual de visitantes na Amazônia, enfocando suas características específicas. Esse tipo de informação é crucial para a gestão do uso público e o desenvolvimento do turismo em áreas protegidas. A equipe do projeto é grata ao Serviço Florestal dos EUA - Programas Internacionais (USFS - IP), Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e ao Instituto Nacional de Alimentos e Agricultura (NIFA) do USDA que tornaram este estudo possível. Os autores também agradecem ao Instituto Chico Mendes (ICMBio), à Floresta Nacional do Tapajós, à equipe do Parque Nacional de Anavilhanas e aos membros da comunidade local que coletaram dados e apoiaram esta pesquisa.</p> 2019-09-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Jasmine Cardozo Moreira https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5033 The role of relational marketing on the consumer buying decision of travel agencies 2019-09-06T22:08:46-03:00 Vitor Hugo Silva silvavitorhugo@sapo.pt Bruno Sousa bsousa@ipca.pt Márcia Gonçalves marcia.goncalves@isag.pt <p>Through the characterization of relational marketing, to understand how it can be influential in the decision to purchase the consumer from travel agencies. The study analyzes how relational interaction occurs between clients and companies in the industry, perceiving how companies use relational marketing as a market strategy, and whether this is an influencing factor in consumer decision making. Exploratory interviews with directors of travel and tourism agencies with the objective of understanding the relevance of using relational marketing in the creation and maintenance of the clients of the companies they manage. The results point out that the use of relations as a source of value in the business of travel agencies is common and is seen by companies as a way to combat the virtual competition increasingly implemented in the market, being the relationship with the client seen as a differentiating and influencing factor. From the point of view of the consumer, the relationship with the travel agent is seen as a factor that increases confidence in the product acquired, being considered by the consumers as an influencing factor. It contributed to the analysis of a very current and pertinent problem, namely the threat of the new business model of the tour operators with their increasing bet on the direct sale to the consumer, being interesting to observe the way the market of the travel agencies survives and bets on relationships with customers as a way to create value for the customer by becoming more competitive. It was intended that this study be a contribution to the marking of travel agencies, fomenting the debate about relational marketing and its importance in increasing the competitiveness of the sector. The aim of the study was to analyze the points of view of consumers and companies in order to foster this debate and to understand the points of convergence between the two.</p> 2019-09-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Bruno Sousa, Vitor Hugo Silva, Márcia Gonçalves https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5168 Abordagens metodológicas da pesquisa em Branding no campo do Turismo: Analise das produções científicas (teses e dissertações) no Brasil 2019-09-06T22:08:45-03:00 Anderson Leonardo Castro Seabra leonardoseabra@gmail.com Lissa Valeria Fernandes Ferreira lissaferreira.iadb@yahoo.es <p>Este estudo analisa a produção científica das pesquisas em <em>Branding</em> no campo do turismo, a partir de teses e dissertações publicadas no Brasil, para identificar as suas principais características quanto a metodologia. Do exame de 39 trabalhos no banco de dados da <em>Biblioteca Digital Brasileira de </em><em>Teses e Dissertações (BDTD) foi possível conhecer e enquadrar as abordagens metodológicas adotadas pelos pesquisadores nesse específico campo. </em>Entre os principais resultados: foi identificado a hegemonia da postura epistêmica empírico-analítica na fundamentação dos estudos; o uso de métodos essencialmente positivistas; a primazia de abordagens qualitativas, e, de caráter exploratório; e a adoção indiscriminada da estratégia do estudo de caso (único) combinado a outros delineamentos.&nbsp; Conclui-se que as pesquisas em Branding no turismo tem seguido uma agenda de pesquisa positivista, essencialmente empírica, e, pouco reflexiva. &nbsp;Espera-se que estimule a discussão sobre novas e distintas possibilidades metodológicas para esse campo específico de pesquisa, bem como a extensão para outros estudos que ampliem a compreensão sobre seus modos de investigação.</p> 2019-09-06T20:03:33-03:00 Copyright (c) 2019 Anderson Leonardo Castro Seabra, Lissa Valeria Fernandes Ferreira https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5020 Aplicação da abordagem fenomenológica e estudo epistêmico no turismo 2019-09-06T22:08:45-03:00 Cinthia Rolim de Albuquerque Meneguel cameneguel@gmail.com Luciano Torres Tricárico tricarico@univali.br <p>A abordagem fenomenológica começou a ser empregada recentemente nos estudos de turismo, considerada por muitos autores como a teoria que melhor explica a dinâmica transdisciplinar da área, devido ao turismo ser um fenômeno dinâmico. As investigações sobre a comunicação científica são essenciais para a compreensão do desenvolvimento do conhecimento. Assim, o objetivo da presente investigação é identificar: a) utilização da abordagem fenomenológica nas pesquisas em turismo b) discussão sobre a abordagem fenomenológica em pesquisas de turismo c) discussão sobre epistemologia e turismo, no que tange ao Brasil, a América Latina e Internacional. Para esse trabalho exploratório e descritivo, realizou-se uma pesquisa bibliométrica em periódicos da área de turismo, selecionados em decorrência de seu Fator de Impacto (FI) no ano de 2014 e pela seleção Sistema Qualis. Dessa maneira, a investigação baseou-se nos periódicos internacionais: <em>Annals of Tourism Research</em> e <em>Tourism Management </em>e nos periódicos específicos da América Latina: Estudios y Perspectivas em Turismo, Caderno Virtual de Turismo e Turismo: Visão e Ação. E a amostra considerou o recorte temporal entre os anos de 2010 e 2014. Foram analisados 1.552 artigos selecionados a partir do emprego no título, resumo e palavras-chave, dos vocábulos: fenomenologia – <em>fenomenología</em> - <em>phenomenology</em>, fenomenológico – <em>fenomenológica</em> - <em>phenomenological</em>, epistemologia – epistemologia – <em>epistemology</em>. Os resultados desta pesquisa, revelam um mapeamento da produção científica associada ao método fenomenológico. Revela-se, que com base nos indicadores analisados, as pesquisas contribuem para o reconhecimento científico da área, além de tratarem de assuntos relevantes, porém, pouco discutido e aplicado atualmente.&nbsp; A pesquisa é relevante, visto que estudos voltados à epistemologia do turismo são necessários para o reconhecimento científico da área.</p> 2019-09-06T20:05:17-03:00 Copyright (c) 2019 Cinthia Rolim de Albuquerque Meneguel, Luciano Torres Tricárico https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5079 A regionalização do turismo no Estado do Paraná sob a perspectiva do marketing 2019-09-06T22:08:45-03:00 Francisco José Gouveia de Castro fjgcastro@gmail.com José Manoel Gonçalves Gândara jmggandara@yahoo.com.br <p>A literatura do turismo realizado de forma experiencial influenciou a elaboração do plano de marketing turístico no Estado do Paraná devido à importância que o tema tem alcançado nas últimas três décadas e, como resultado disso, a categorização e identificação dos perfis de consumo que demandam por atrativos que são ofertados no território paranaense. A questão que se coloca é se no Estado do Paraná a oferta de atrativos turísticos para buscadores de experiências, segundo uma perspectiva de marketing, está consolidada regionalmente no sentido de conformação de Regiões de Turismo. O presente trabalho objetiva identificar e analisar o ordenamento territorial por meio da hierarquização e regionalização dos principais atrativos turísticos ofertados para os diversos perfis de experiências. Para alcançar este objetivo utilizou-se a técnica de pesquisa de levantamento descritiva, com uso da netnografia a partir da categorização por via das avaliações do TripAdvisor. O estudo tem caráter exploratório-descritivo com forte viés qualitativo, como descrição dos resultados obtidos a partir do embasamento teórico proveniente da literatura acerca da economia da experiência e do marketing de destinos turísticos. Em relação à territorialização, utilizou-se conceitos de espaço turístico ancorados nas ideias de Douglas Pearce (2015) e Barrado-Timon (2004) entre outros. Como resultado do estudo, conclui-se que os esforços da governança do turismo, as peculiaridades históricas e demográficas na formação dos principais atrativos permitiram a formação de um ambiente favorável à satisfação das necessidades dos turistas. Observou-se que as ofertas de destinos turísticos se caracterizam pela concentração territorial em torno dos grandes centros urbanos, pela dinâmica demográfica dos municípios que as compõem, o que é favorecido devido à infraestrutura e pelo contingente demográfico, que gera a demanda por esses produtos.</p> 2019-09-06T20:09:05-03:00 Copyright (c) 2019 Francisco José Gouveia de Castro, José Manoel Gonçalves Gândara https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5069 Os impactos de festivais versus a participação do residente: 2019-09-06T22:08:45-03:00 Thamires Foletto Fiuza thamiresf.fiuza@gmail.com Fabricia Durieux Zucco fabriciazucco@hotmail.com Camila Belli Kraus kmilabk@gmail.com <p>A promoção de festivais tem sido amplamente utilizada por destinos com o objetivo de valorizar a cultura local e ainda ampliar o fluxo de turistas na localidade. Todavia, vale ressaltar que a prática de festivais tende a gerar impactos na comunidade receptora. Desta forma, torna-se fundamental a realização de diferentes estudos buscando avaliar como os residentes percebem os impactos promovidos pelo festival em sua localidade. Nesta perspectiva, o presente resumo tem como objetivo identificar se a frequência de participação na Oktoberfest de Santa Cruz do Sul influencia de maneira estatisticamente significativa na percepção dos residentes sobre os impactos econômicos, sociais, culturais e ambientais promovidos pelo festival no destino. A pesquisa teve uma abordagem quantitativa e sua amostra foi constituída por 520 residentes de Santa Cruz do Sul que frequentam a <em>Oktoberfest</em> ao menos uma vez por edição. Para análise dos resultados foi empregada a técnica de análise de variância do tipo One-Way ANOVA. Os resultados demonstraram que a frequência de participação na <em>Oktoberfest</em> é capaz de influenciar a percepção dos residentes sobre todos os impactos do festival. A população que frequenta a <em>Oktoberfest</em> uma ou duas vezes por ano tende a perceber menos os impactos positivos promovidos pelo festival e mais os ligados aos aspectos negativos, já, os residentes que visitam quatro vezes por ano ou mais demonstraram perceber que a <em>Oktoberfest</em> promove impactos culturais positivos em Santa Cruz do Sul.</p> 2019-09-06T20:10:34-03:00 Copyright (c) 2019 Thamires Foletto Fiuza, Fabricia Durieux Zucco, Camila Belli Kraus https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/4633 Espaços Públicos, Planejamento e a Sustentabilidade para o turismo no Circuito Oeste Rios 2019-09-06T22:08:44-03:00 Renata Maria Ribeiro renata@rosana.unesp.br Danielli Cristina Granado danielli@fct.unesp.br Guilherme Henrique Barros de Souza guilherme@rosana.unesp.br <p>Observadas as preocupações com a qualidade de vida do homem urbano, destacada aqui o lazer, baseadas no princípio de Le Cobusier (Carta de Atenas, 1933) em estruturas interconectadas pelo princípio: circular, morar, trabalhar e recrear: projeta-se essa discussão em um escopo geográfico voltado às cidades de interior, com populações modestas, que possuem poucas alternativas de lazer e que buscam o desenvolvimento no turismo. As cidades pequenas reduzem escalas para o estudo de problemas urbanos, principalmente em escala ambiental, podendo basear modelos de planejamento. Os municípios de Paulicéia, Panorama, Presidente Epitácio e Rosana, objetos dessa pesquisa possuem balneários públicos, os quais foram pensados e construídos para o lazer da população local. Partindo da base documental e de visitas in loco, que incluíram entrevistas com gestores municipais observou-se que não há integração entre ações para estruturar territórios para o turismo, nem mesmo ações de planejamento integrado e contínuo, que considere o uso sustentável dos recursos hídricos e das estruturas de lazer. A falta de nitidez entre as políticas de desenvolvimento para o turismo denotam ações pontuais e pouco estratégicas. Há necessidade de desenvolver pesquisas sobre demanda e fluxo de visitação, associadas a estratégias que, entre outros aspectos visem atender bem o turista e que considerem a capacidade de carga do meio. Além disso, se faz necessário o desenvolvimento de novos produtos turísticos para aumentar a permanência de visitantes na localidade e assim movimentar a economia e os serviços da cidade. Acredita-se que será necessário mudar o paradigma da gestão municipal em turismo, tendo como prerrogativa que o turismo instaura-se na ocupação de espaços e que os gestores necessitam articular políticas públicas envolvendo o planejamento territorial e a atividade turística, com vistas à sustentabilidade e a continuidade da atividade, em longo prazo.</p><p><strong>Palavras-chave:</strong> Planejamento do turismo, Circuito Oeste Rios, Balneário municipal.</p> 2019-09-06T20:13:24-03:00 Copyright (c) 2019 Renata Maria Ribeiro, Danielli Cristina Granado, Guilherme Henrique Barros de Souza https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/4786 Percepção da Qualidade em Serviços: Associação com o Modelo de Excelência em Gestão- MEG 2019-09-06T22:08:44-03:00 Amanda Raquel de França Filgueiras amandamorimjp@hotmail.com Ramon Schnayder DAmorim rschnayder@gmail.com <p>Neste estudo pretendeu-se analisar a qualidade dos serviços prestados por uma rede de correspondência bancária através da percepção de seus colaboradores, à luz do Modelo de Excelência da Gestão – MEG. A pesquisa foi aplicada em 20 franquias desta rede de correspondência, nas quais 45 colaboradores da linha de frente contribuíram para com o estudo. Para analisar os resultados obtidos, através do MEG, utilizou-se os seguintes critérios: Liderança, Estratégia e Planos, Clientes, Informações e Conhecimento, por fim, Pessoas. A análise desenvolvida identificou que os colaboradores reconhecem a importância dos fundamentos apresentados nos Critérios do MEG, mas que estes fundamentos não são atendidos adequadamente. A partir desta realidade sugeriu-se aos líderes o desenvolvimento de estratégias e a adoção de uma postura dedicada ao controle da qualidade que permita à organização padronizar e conhecer os resultados do serviço que é produzido por ela. Sugere-se ainda o fortalecimento de algumas estratégias ou ações que se destacaram como pontos fortes na gestão da qualidade dos serviços. Ao fim, teceram-se comentários acerca das limitações deste estudo e possíveis pesquisas que venham a aprofundar os resultados e análises aqui desenvolvidos.<strong></strong></p> 2019-09-06T20:15:17-03:00 Copyright (c) 2019 Amanda Raquel de França Filgueiras, Ramon Schnayder DAmorim https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5701 Oportunidades e desafios do turismo de interior para o desenvolvimento local: O caso do concelho da Sertã, Portugal 2019-09-06T22:08:44-03:00 Margarete Casquinha maggiejob27@gmail.com Andreia Filipa Antunes Moura andreiamoura@esec.pt <p>O sucesso de um destino só será alcançável, garantindo a harmonização da natureza com o Homem e sustentando a melhoria da qualidade de vida das populações, no presente e para o futuro. É sob esta premissa que surge a inquietação de compreender a influência do turismo no desenvolvimento local de destinos de interior, especificamente no Concelho da Sertã. Deste modo, realizou-se um estudo empírico dirigido aos operadores turísticos locais e responsáveis do poder local, através de uma metodologia qualitativa assente na aplicação de entrevistas semiestruturadas e complementada pela observação direta, por meio da realização de um estágio curricular. Os resultados apurados revelaram que se colocam vários desafios ao turismo de interior tendo em vista o desenvolvimento da Sertã, tais como os fogos florestais, o despovoamento, a sazonalidade ou a fraca promoção turística, bem como diversas oportunidades, como a abundância de recursos naturais, o aumento de circulação da Estrada Nacional 2 ou a criatividade. Em conclusão, verificou-se que o turismo é um motor de desenvolvimento estratégico do concelho, registando-se importantes implicações teóricas e práticas para o futuro.</p> 2019-09-06T20:16:15-03:00 Copyright (c) 2019 Margarete Casquinha, Andreia Filipa Antunes Moura https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/4722 Revisitando Co-criação – Estudo Bibliométrico 2019-09-06T22:08:44-03:00 Carlos Alberto Xavier do Nascimento carlosnascimento@rocketmail.com Marcelo Roger MENEGHATTI frmeneghatti@hotmail.com Pang Lien Hsu panghsu@hotmail.com Dirceu da Silva dirceuds@gmail.com <p>Co-criação de valor é o tema que traz sentido para trabalho que teve a intenção de realizar um levantamento dos principais estudos publicados na base <em>Web Of Science.</em> Este artigo apresenta um estudo bibliométrico com o tema Co-criação de valor. Trata-se de um levantamento de publicações até o ano 2016 realizado que abordam o tema em aspectos gerais, possibilitando a compreensão e o direcionamento das pesquisas ao longo destes anos. Como método para análise dos dados o estudo realizou um levantamento dos periódicos por meio de filtros disponíveis na própria base de dados, a partir de então, foram utilizados os sistemas Bibexcel, Vosviewer e SPSS para tratamento, exploração e análise dos dados. Os resultados disponibilizados a partir deste estudo foram os apontamentos dos principais temas abordados, os principais autores, as principais revistas cientificas que vem publicando estes estudos, as características das publicações e por fim os clusters que tratam de co-criação. As contribuições deste estudo estão relacionadas a facilitação de futuras pesquisas sobre o tema co-criação de valor, possibilitando a precisão no levantamento de autores e estudos já realizados, contribuindo assim com a literatura do tema estudado e com futuras pesquisas mais aprofundadas. </p> 2019-09-06T20:18:26-03:00 Copyright (c) 2019 Carlos Alberto Xavier do Nascimento, Marcelo Roger MENEGHATTI, Pang Lien Hsu, Dirceu da Silva https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5040 A Semiótica como metodologia de pesquisa para a análise da comunicação no turismo 2019-09-06T22:08:45-03:00 Ewerton Lemos Gomes ewertonlegomes@hotmail.com Márcia Shizue Massukado Nakatani marcia.nakatani@gmail.com <p>A semiótica e o turismo têm uma relação próxima visto que se preocupam com a comunicação e, a interseção entre os dois campos de saber tem sido discutida mundo afora quer focando na análise da viagem perfeita, na significação cultural da viagem ou no olhar semiótico do turismo. Este trabalho considerou acessar a comunicação no turismo a partir da marca turística, assim o objetivo é apresentar o uso da semiótica como metodologia para investigar a comunicação no turismo, por meio de sua aplicação no estudo da Marca Turística España. A metodologia foi dividida em três etapas: a) análise semiótica baseada na corrente peirceana (tripartição do signo) e por meio do aporte teórico dos trabalhos de Santaella (2015), b) focus group com estudantes de pós-graduação e c) questionário on-line. Os instrumentos foram aplicados de forma complementar e sucessiva e, apesar da separação das etapas e dos instrumentos, todas tiveram a semiótica como um fio condutor, isto é, cada um dos instrumentos também teve uma contribuição da semiótica em sua elaboração e aplicação. Como resultados podemos destacar o entendimento da aplicabilidade da semiótica em torno dos signos e significados presentes no turismo, e o entendimento do processo de comunicação turística por meio das marcas, uma vez que, os signos presentes nas marcas desempenham uma função mediadora entre o eu-turista e a realidade do turismo. Outra contribuição teórica esta relacionada à compreensão da semiótica como integrante do arcabouço para uma epistemologia do turismo, a partir de uma base interpretativista e como uma metodologia de análise qualitativa do turismo enquanto fenômeno comunicacional. Dessa forma cabe observar que os resultados deste estudo não se findam na análise apresentada, visto que a intenção não foi replicar um conhecimento já existente, mas contribuir para o avanço do conhecimento ao aproximar os campos da semiótica e do turismo.</p> 2019-09-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Ewerton Lemos Gomes, Márcia Shizue Massukado Nakatani https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5702 Marketing de influência e influenciadores digitais: aplicação do conceito pelas DMO em Portugal 2019-09-06T22:08:44-03:00 Tânia Barreiro tania.barreiro@ua.pt Gorete Dinis gdinis@ipportalegre.pt Zélia Breda zelia@ua.pt <p>Numa sociedade cada vez mais tecnológica, as Organizações de Gestão de Destino (DMO) investem nos canais digitais e reinventam as suas estratégias de marketing e promoção, apostando cada vez mais na divulgação do destino turístico através dos “influenciadores”. No entanto, a figura do “influenciador” é ainda muito recente, principalmente quando se refere ao “influenciador” de um destino turístico, estando muitas vezes associada a figuras públicas ou a uma determinada rede social. O objetivo principal deste artigo é compreender a evolução e interesse do setor do turismo pela temática do marketing de influência e dos influenciadores digitais, bem como conhecer a forma como este conceito está a ser utilizado na promoção dos destinos turísticos em Portugal. Para tal, procedeu-se a uma análise de conteúdo das notícias publicadas, nos últimos anos, na principal revista dos profissionais de turismo existente em Portugal (Publituris), na secção “Destinos”. Os resultados obtidos mostram que cada vez mais as DMO recorrem a este tipo de estratégia de marketing, no entanto, verifica-se que é necessária uma ação mais concertada na seleção dos influenciadores digitais e uma maior articulação entre os objetivos da estratégia do destino turístico e a comunicação do influenciador digital.</p> 2019-09-06T20:27:48-03:00 Copyright (c) 2019 Tânia Barreiro, Gorete Dinis , Zélia Breda https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5686 Contribuições das atividades de marketing na cadeia de valor 2019-09-06T22:08:44-03:00 Claudio Testoni Cardozo ccardozo29@gmail.com Oscar Rudy Kronmeyer Filho kronmeyer@unisinos.br <p>De forma geral, as organizações mantêm o relacionamento com o ambiente externo como uma das principais responsabilidades das atividades de marketing. Empresas de tecnologia da informação possuem o conhecimento como principal recurso estratégico uma vez que é, através dele, que elas alcançam seus resultados. Diante desse cenário, questiona-se como essas atividades podem realizar contribuições estratégicas para as organizações a partir da disseminação desse conhecimento obtido. Dessa forma, o objetivo deste estudo é compreender como as atividades de marketing contribuem para as demais atividades da cadeia de valor de uma organização de tecnologia da informação, que possui o foco no cliente como parte da sua missão e como um dos seus principais valores institucionais, e compreender as contribuições destas atividades para a organização com base nas dimensões da teorias de orientação para mercado. A partir de uma pesquisa qualitativa, este estudo de caso utilizou como técnica de coleta de dados a entrevista semiestruturada e a análise de conteúdo como técnica de análise das informações coletadas. Constata-se um conjunto de contribuições para a organização, em todas as atividades da cadeia de valor, onde as atividades de marketing não apenas contribuem, mas também são beneficiadas pelo desenvolvimento das demais através da visão das atividades da cadeia de valor circular retroalimentada. Observa-se que, quanto maior relevância estratégica for atribuída às atividades de marketing, maior será a aproximação dessas empresas com as expectativas do mercado no qual estão inseridas.</p> 2019-09-06T20:30:00-03:00 Copyright (c) 2019 Claudio Testoni Cardozo, Oscar Rudy Kronmeyer Filho https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5047 Capital Criativa da Europa: aspectos da criatividade urbana em Lisboa 2019-09-06T22:08:44-03:00 Sarita Cruz de Oliveira Ost saritacruz@gmail.com Mary Sandra Guerra ASHTON marysga@feevale.br Marcos Emílio Santuário santuario@feevale.br <p>Esse estudo tem como tema central a cidade de Lisboa e sua relação com a criatividade. Os investimentos na indústria criativa utilizados como um dos pilares estratégicos para o fim da crise, renderam a transformação de Lisboa em um polo de artistas, pensadores e criadores de várias partes do mundo, se destacando na área da cultura e da criatividade em nível mundial. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo analisar se os elementos que tornaram Lisboa a Capital Criativa da Europa são percebidos pelos residentes e visitantes. Para tanto, utilizou o método exploratório descritivo por meio de revisão bibliográfica e pesquisa de campo com análise de cunho qualitativo. Entre os resultados foi possível identificar que tanto os residentes quanto os visitantes de fato a reconhecem como uma Cidade Criativa. Pode-se destacar como os principais elementos presentes de Lisboa sob o ponto de vista dos participantes da pesquisa: uma cidade que busca melhorar as oportunidades aos cidadãos e gerar desenvolvimento mantendo a cultura e tradição do seu povo; uma cidade que se reinventa e está receptiva a novas ideias; uma cidade que busca inovação mantendo as tradições e a historicidade local; investe na proposta da economia criativa como fator de desenvolvimento; uma das cidades que mais preserva sua história ao mesmo tempo que incorpora novos atrativos; após atravessar uma crise, teve que se reinventar. Festivais, oportunidades, apresentações. Cidade receptiva a várias culturas; uma mistura do tradicional com o tecnológico, possui diversos espaços disruptivos, startups, etc e a população está inserida nestes espaços; assim como sua história e tradições são preservadas e cultuadas, há uma Lisboa moderna, voltada para o futuro. Os participantes também consideram Lisboa uma cidade com bastante talentos, tecnologia e tolerância, o que constitui os 3 Ts desenvolvidos por Florida. A pesquisa realizada espelhou muito bem os conceitos de uma Cidade Criativa trazidos pelos renomados autores da área.</p> 2019-09-06T20:32:06-03:00 Copyright (c) 2019 Sarita Cruz de Oliveira Ost, Mary Sandra Guerra ASHTON, Marcos Emílio Santuário https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5034 Pesquisa de mercado como ferramenta para a produção de eventos 2019-09-06T22:08:44-03:00 Marcela Cristina Ferreira marcelacfc@yahoo.com.br Izabella Martins izabella.martins@gmail.com <p>O mercado de shows internacionais tem apresentado grande crescimento no Brasil, e Belo Horizonte começou a figurar na rota destes eventos, que tem sido realizados em outras cidades fora do eixo Rio-São Paulo. Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivo estudar e compreender o mercado de shows internacionais em Belo Horizonte, visando a contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento desse nicho mercadológico na cidade e auxiliar nos processos de planejamento e produção dos shows. O instrumento metodológico adotado foi a pesquisa de mercado, que incluiu entrevistas em profundidade com produtores de shows internacionais da cidade e pesquisa quantitativa aplicada ao público. A partir dos resultados alcançados, foi possível inferir que, atualmente, o mercado de shows internacionais em Belo Horizonte apresenta pouca margem de crescimento, devido a fatores que envolvem o poder público, a escassez de patrocínios e a interferência de uma série de condicionantes à presença do público nos shows. Entretanto, a realização de ações de formação de público, parcerias entre produtoras e poder público e investimento e inovação em ações de comunicação e marketing melhor direcionadas ao público-alvo poderiam ser os primeiros passos para mudar a atual realidade. Por último, destaca-se a importância do instrumento pesquisa de mercado como ferramenta valiosa para o planejamento de eventos, já que esta possibilita o conhecimento dos hábitos, preferências e poder de compra do público, o que pode auxiliar na realização das atividades de produção e no crescimento e desenvolvimento do mercado local.</p> 2019-09-06T20:34:29-03:00 Copyright (c) 2019 Marcela Cristina Ferreira https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/5510 CRIMINALIDADE, SEGURANÇA PÚBLICA E SUSTENTABILIDADE EM DESTINOS TURÍSTICOS 2019-09-06T22:08:44-03:00 Jean Henrique Costa prof.jeanhenriquecosta@gmail.com Manuel Ramón González Herrera manuel.gonzalez@uacj.mx <p style="margin: 0px; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="margin: 0px; font-family: 'Century Gothic','sans-serif'; font-size: 14pt;">Este estudo possui como objetivos: a) levantar trabalhos realizados, na realidade brasileira, acerca das problemáticas do turismo, da segurança pública e da criminalidade; b) realizar uma leitura crítica de cada trabalho; c) tecer um diagnóstico de seu estado da arte, visando apontar os caminhos seguidos, algumas lacunas percebidas e as possibilidades de conexões entre as pesquisas. Em termos metodológicos, trata-se de uma pesquisa bibliográfica de análise teórica. Não se prende as convenções metodológicas de uma pesquisa bibliométrica, tampouco realiza uma análise de conteúdo quantitativa com o material textual levantado. Trata-se de um livre exercício ensaístico. O recorte temporal foi estabelecido da forma mais dilatada possível, isto é, a partir do ano de publicação do primeiro trabalho encontrado até o último (2004-2018). Os trabalhos foram captados, de forma livre, no Google Acadêmico e no Portal de Periódicos da Capes. Como conclusões, verificou-se que que parte significativa dos estudos brasileiros não reproduz o alarme midiático acerca do medo social como fator determinante para o afastamento de turistas. Contudo, problematizamos que parte desses estudos, ou a quase totalidade deles, não relaciona o aumento da criminalidade (e suas múltiplas possibilidades de manifestação) com as variações da demanda turística em séries temporais dilatadas, tampouco “espacializam” a criminalidade por zonas/áreas, visando correlacionar os encontros – e desencontros – com a dinâmica do turismo. Além disso, reforçamos que parte das pesquisas também não realiza o esforço de tipificar os principais crimes contra o turista (destacando o dano, horário e local) e de que forma essa violência termina afetando a sustentabilidade dos espaços turísticos e a imagem dos lugares. Deste modo, algumas pesquisas repetem clichês já doutos no campo do turismo de que o crime e a violência sistêmica afastam o turismo, ou, no melhor dos casos, que os crimes são, em sua maioria, contra o patrimônio (por furtos e roubos).</span></p> 2019-09-06T20:37:30-03:00 Copyright (c) 2019 Jean Henrique Costa, Manuel Ramón González Herrera