Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol <p><strong>Farol – Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade</strong>, periódico científico quadrimestral do Núcleo de Estudos Organizacionais e Sociedade da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (NEOS/FACE/UFMG), busca fomentar, propagar e contribuir para os estudos organizacionais em uma ótica não-funcionalista. Nesse sentido, este periódico constitui um espaço interdisciplinar, aberto para que se possa discutir e propor temáticas, abordagens críticas e inovadoras e objetos não ortodoxos nos estudos organizacionais. A ideia é que, a partir de uma perspectiva plural dos pontos de vista ontológico, epistemológico, teórico e metodológico, e não pautada pelo gerencialismo, seja possível propor, discutir, criticar e teorizar para a compreensão da complexa dinâmica da sociedade e suas interfaces com as organizações.</p> pt-BR <p>Assume-se que em qualquer das modalidades de contribuições aceitas pela <strong>Farol – Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade</strong>, ao submeter um trabalho, o(s) autor(es) se reconhece(m) como detentor(es) do direito autoral sobre ele e autoriza(m) seu livre uso pelos leitores, podendo ser, além de lido, baixado, copiado, distribuído, adaptado e impresso, desde que seja atribuído o devido crédito pela criação original. Em caso de aprovação do trabalho para publicação, os direitos  autorais (inclusive os direitos de tradução) são exclusivamente do(s) autor(es).</p><p>Os autores devem concordar com os seguintes termos relativos aos Direitos Autorais:</p><p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p>c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> saraiva@face.ufmg.br (Prof. Luiz Alex Silva Saraiva, Dr.) farol@face.ufmg.br (Secretaria Editorial) Sáb, 09 Fev 2019 22:38:32 -0200 OJS 3.1.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 O PASSADO À FRENTE https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5231 <p>Neste editorial do número 14 do volume 5 da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, a editoria discorre sobre uma série de acontecimentos no Brasil que sugerem que estamos, no futuro, nos aproximando do passado.</p> Luiz Alex Silva Saraiva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5231 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 A VIAGEM ATRAVÉS DA IMAGEM https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4930 Giordano Toldo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4930 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 “UMA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA”: O CINEMA E SUAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5233 <p>O presente artigo tem como objetivo discutir sobre o cinema e suas possibilidades de formação em Administração. Para tanto, apresentamos alguns trabalhos já realizados nessa vertente na área e expomos sobre as possibilidades do cinema em uma via crítica e reflexiva de educação. Ainda nesse texto, compartilhamos sobre nossa experiência a partir de um projeto de extensão sobre cinema e seus desdobramentos no ensino e na pesquisa. Intentamos, com a apresentação de nossa proposta e das reflexões que aqui tecemos, que seja fomentada a discussão sobre cinema na Administração, bem como nossa expectativa de novos caminhos de processos formativos.</p> Andrea Oltramari, Fernanda Tarabal Lopes, Eduardo Wannmacher ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5233 Sáb, 09 Fev 2019 20:47:08 -0200 CINEMA, TRABALHO E SUBJETIVIDADE: MICRONARRATIVAS SOBRE SUBJETIVAÇÕES EM BOI NEON https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4256 <p>Neste artigo, propomos analisar como as performances de gênero ao longo do filme Boi Neon se engendram a partir de dispositivos de subjetivação marcantes em nossa contemporaneidade como trabalho e sexualidade. O filme explora um horizonte agreste e seco de potencialidades de trabalho e de vida que produz, ao contrário do que se espera, profusões de fazeres criativos e de estilísticas do viver que não seguem os moldes do regime de verdade do nosso tempo. Dessa forma, abriu espaço para refletirmos sobre o quanto se produz e se vive em lugares que parecem pouco transformados pela lógica moderna do trabalho. O percurso metodológico foi delineado pela produção de micronarrativas fluidas, que dizem sobre como a narrativa de Boi Neon nos afetou. As micronarrativas produzidas colocam em pauta o processo de criação de exercícios reflexivos que se revelam como alternativa à existência assujeitada, em especial no âmbito do trabalho.</p> Igor Baptista de Oliveira Medeiros, Vanessa Amaral Prestes, Aline Mendonça Fraga ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4256 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 NO CORAÇÃO DA LOUCURA: RESISTÊNCIA, PROTAGONISMO E A LUTA DE NISE DA SILVEIRA https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4258 <p>Este ensaio trata do filme <em>Nise: no coração da loucura </em>e tem como objetivo problematizar as representações da mulher constituídas a partir das premissas de <em>louca</em>, <em>subversiva</em> e <em>incapaz</em>. Encontraram-se no filme elementos para discutir a maneira como o saber médico e suas instituições de referência operam como ferramentas que reforçam os estereótipos de gênero. Abordam-se também os marcadores de gênero no mundo do trabalho, que no caso de Nise foram subvertidos numa instituição conservadora, como o hospital psiquiátrico. Entre os percalços do caminho traçado por Nise, o filme traz as maneiras que ela encontrou para se afirmar como médica psiquiatra e terapeuta ocupacional, se valendo da arte para construir seu método de trabalho. Nise da Silveira ainda é referência no que diz respeito ao cuidado de portadores de sofrimento psíquico, e o seu legado está presente nessa análise, como inspiração que perdura e produz efeitos até hoje.<em></em></p> Julice Salvagni, Marília Veríssimo Veronese, Marina Guerin, Rayra Roncatto Rodrigues ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4258 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 SUJEITO, SOCIEDADE E HISTÓRIA: DIÁLOGOS A PARTIR DA NARRATIVA CINEMATOGRÁFICA https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4405 <p>O artigo faz um enlace entre cinema, história, psicanálise e sociedade para trabalhar, através da análise de três filmes – Pan negro (Cinema Espanhol), Hiroshima, mon amour (Cinema Francês) e Adeus, Lenin! (Cinema Alemão) – com a dimensão histórica da subjetividade. Desta forma objetiva-se evidenciar o impacto que a realidade e os fatos de uma circunstância histórica têm sobre o psiquismo e a constituição dos sujeitos, sobre sua história e destino pessoal. Parte-se da perspectiva de que o aparelho psíquico é aberto, portanto suscetível às marcas do tempo e permeável à inscrição de vivências. Os filmes analisados refletem como a vida dos personagens está ligada ao contexto histórico que os circunda, atravessa e marca, inclusive de forma traumática, sua subjetividade. Memória, palavras e atos aparecem como elementos materiais capazes de permitir uma apropriação e elaboração da realidade externa. </p> Francisco Carlos dos Santos Filho, Luciana Oltramari Cezar, Claudia Piccolotto Concolatto, Luiza Carolina dos Santos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4405 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 REPLICANTES E PROLETÁRIOS: A ESSENCIALIZAÇÃO DA CONDIÇÃO DE TRABALHADOR EM BLADE RUNNER https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4402 Neste ensaio se traça a ideia de que Blade Runner, bem como sua continuação recente, Blade Runner 2049, utilizam da ficção científica para refletir sobre questões sociais. Neste mundo distópico, os replicantes são o futuro da classe proletária, ao passo que os humanos, em números decrescentes, se tornam os capitalistas. Para que a separação de classes funcione de maneira mais eficiente, ou seja, para que a dominação seja plena, é necessário que os trabalhadores sejam essencializados enquanto tal. Dessa forma, sintetizamos o nosso argumento: Blade Runner ilustra o ápice da sociedade capitalista onde o trabalhador é essencializado e se reduz tão somente ao papel que lhe é atribuído, se tornando um mero replicante. Lucas Casagrande, Carlos Fernando Torres Oviedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4402 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 GATTACA: REFLEXÕES SOBRE O INSTRUMENTALISMO DA GESTÃO https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4393 <p>Esse trabalho objetiva discutir como a análise fílmica de <em>Gattaca – A Experiência Genética</em> contribui para a construção de uma reflexão sobre as implicações do excessivo instrumentalismo da gestão, proposto por Gaulejac (2007). Para tanto, tratou-se dos seguintes categorias: válidos X inválidos, o fardo do sucesso garantido – o “culto aos campeões”, a ditadura do tempo real e a quantofrenia e vende-se uma identidade - a mercantilização do ser humano. Por meio da análise fílmica e da teoria apresentada foi possível notar a distinção entre válidos – aqueles que possuem as características que são aceitas - e inválidos - aqueles que não conseguiram acompanhar o ritmo, ou alcançar o desempenho satisfatório dentro das organizações. A hegemonia do gerencialismo atinge todas as esferas da sociedade. Trazendo para o contexto atual, cabe a reflexão dessa eugenia e desse domínio como determinantes do destino não só dos sujeitos, mas de populações inteiras.</p> Luana Jéssica Oliveira Carmo, Amanda Fontes Silva, Marcella Barbosa Miranda Teixeira, Ludmila Machado Guimarães de Vasconcelos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4393 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 "COPACABANA" E "SE VIVÊSSEMOS TODOS JUNTOS?": UM ENSAIO SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DO CINEMA ACERCA DA VELHICE NA CONTEMPORANEIDADE https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4398 A velhice é um tema que tem povoado as produções cinematográficas, <em>contribuindo para a disseminação de determinadas representações sociais, legitimando comportamentos e modos de vida. Mas qual é realmente o lugar do velho na sociedade contemporânea? A criação recente de categorias como a Terceira Idade revelam um discurso positivo sobre a velhice, destacando um ideal de sujeito ativo, saudável e produtivo. </em>As organizações, sejam elas governamentais, empresas ou da sociedade civil constroem discursos e práticas a partir dessas representações, (re)produzindo-as. Temos como objetivo neste ensaio analisar como a velhice é apresentada e problematizada nos filmes "Copacabana" e "E se vivêssemos todos juntos?", tendo como pano de fundo a crítica sobre o lugar ocupado pelo velho na sociedade contemporânea. As discussões trazidas visam refletir sobre quem são esses sujeitos e as especificidades que lhes são características, as quais escapam de categorizações genéricas e abstratas como a de Melhor Idade Raquel Oliveira Barreto, Alexandre de Pádua Carrieri ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4398 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 NÓS, DANIEL BLAKE: UMA ANÁLISE DOS DISPOSITIVOS DE CONTROLE, DOMINAÇÃO E RESISTÊNCIA https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4386 <p class="normal">Objetivou-se neste artigo analisar os dispositivos de controle e das relações de poder, dominação e resistência observados no filme Eu, Daniel Blake. A análise se deu por meio da perspectiva da sociedade disciplinar de Foucault, visão esta que foi revisitada por Deleuze com o conceito de sociedade de controle, e o conceito de <em>habitus</em> e dominação simbólica sob a perspectiva de Bourdieu. O filme traz alguns desses dispositivos e mostra relações de dominação sob uma determinada classe de sujeitos. A análise corrobora o pensamento deleuziano de que a sociedade disciplinar vem sendo reconfigurada por meio de uma narrativa histórica de controle e dominação. Este filme é um retrato da sociedade atual que mostra como os sujeitos são submetidos a normas comportamentais que trazem sofrimento e miséria humana, mas que, ao mesmo tempo, tentam se estabelecer enquanto donos de sua história por meio da resistência e da luta. </p> Uiara Lopes Miranda, Juliana Cardoso Amaral, Lilian Bambirra de Assis ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4386 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 PROBLEMAS DE GÊNERO NO SERTÃO POP DE BOI NEON https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4385 Um esaio sobre as relações de gênero, sexualidade e trabalho no sertão comtemporâneo do filme Boi Neon. Dieison Marconi ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4385 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 “ANDY TROUXE AIDS PARA NOSSOS ESCRITÓRIOS”: UMA ANÁLISE FÍLMICA E SOCIAL APÓS 25 ANOS DO LANÇAMENTO DE “FILADÉLFIA” https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4401 <p>O trabalho analisa o Filme Filadélfia (<em>Philadelphia</em> – 1993), refletindo seu potencial em explorar dinâmicas em relação ao HIV do final do século passado até o presente momento. O filme retrata a demissão de um proeminente advogado em carreira, após a suspeição de que estaria desenvolvendo AIDS. Valendo-se do enredo e das cenas, em uma abordagem qualitativa, o artigo parte da ficção para examinar conceitos como o estigma, o preconceito, a exclusão, o cuidado com o corpo na sociedade industrial capitalista, os direitos humanos, entre outros relacionados. Os conceitos examinados servem para discutir as leis de proteção ao trabalhador desses grupos tanto no Brasil, levando em conta a legislação do país, quanto em um cenário internacional, levando em consideração a participação de órgãos como a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p> Renato Koch Colomby, Maria Beatriz Rodrigues ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4401 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 PRIVATIZAÇÕES: A DISTOPIA DO CAPITAL (2014), DE SILVIO TENDLER https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4399 <p>Esta resenha tem por objetivo apresentar e discutir o documentário “Privatizações: a distopia do capital”, de Silvio Tendler. Além de apresentar a obra, procura-se, também, discutir a sua importância como memória de eventos paradigmáticos da história recente do Brasil. Assim, alguns dos elementos trazidos por Tendler são aprofundados, buscando revelar como a alienação de bens públicos iniciada nos anos 1990 segue, com distintas formas e nomenclaturas, até os dias atuais. Dessa maneira, o que foi propagandeado como privatização de empresas em setores específicos tornou-se, na verdade, uma progressiva privatização da vida social coletiva e do próprio território. Por fim, buscando revelar a importância da obra e possíveis diálogos com outras formações socioespaciais, são trazidos ao debate documentários que retratam processos de privatização em outros países, especialmente Argentina, França e Estados Unidos da América. </p> Fábio Tozi ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4399 Sáb, 09 Fev 2019 00:00:00 -0200 ENSAIO SOBRE O OLHAR – CINEMA, FOTOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DE FICÇÕES URBANAS https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4387 <p>Com apoio prático e teórico do filme <em>Tokyo-Ga</em>, de Wim Wenders, e do trabalho fotográfico <em>Em busca de Elliott Erwitt</em>, desenvolvido por mim no projeto de mestrado pelo PPGAV – UFRGS, analiso a força das imagens para a construção de certo olhar sobre a cidade. A fotografia e o cinema teriam papel importante na construção de um imaginário urbano, interferindo nos nossos desejos de ver e de se relacionar socialmente. Pensadores como Susan Sontag e Marc Augé detiveram suas reflexões na relação existente entre o envolvimento e a produção de imagens, percebendo éticas de conduta social no que se refere, principalmente, ao fotografar. Esta produção de imagens interferiria diretamente no real, propondo um recorte do mesmo através do olhar, aquilo que François Soulages se referiria como um exercício da ficção.</p> Giordano Toldo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4387 Sáb, 09 Fev 2019 22:51:54 -0200 PARECERISTAS AD HOC – ANO DE 2018 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5232 <p>Relatório com os nomes de todxs xs pareceristas ad hoc da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade que atuaram no ano de 2018.</p> Luiz Alex Silva Saraiva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5232 Sáb, 09 Fev 2019 20:27:45 -0200 ESTATÍSTICAS – ANO 2018 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5234 <p>Estatísticas da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade relativa ao ano de 2018.</p> Luiz Alex Silva Saraiva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5234 Sáb, 09 Fev 2019 22:25:07 -0200