https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/issue/feed Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade 2019-02-09T23:02:30-02:00 Prof. Luiz Alex Silva Saraiva, Dr. saraiva@face.ufmg.br Open Journal Systems <p><strong>Farol – Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade</strong>, periódico científico quadrimestral do Núcleo de Estudos Organizacionais e Sociedade da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (NEOS/FACE/UFMG), busca fomentar, propagar e contribuir para os estudos organizacionais em uma ótica não-funcionalista. Nesse sentido, este periódico constitui um espaço interdisciplinar, aberto para que se possa discutir e propor temáticas, abordagens críticas e inovadoras e objetos não ortodoxos nos estudos organizacionais. A ideia é que, a partir de uma perspectiva plural dos pontos de vista ontológico, epistemológico, teórico e metodológico, e não pautada pelo gerencialismo, seja possível propor, discutir, criticar e teorizar para a compreensão da complexa dinâmica da sociedade e suas interfaces com as organizações.</p> https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5231 O PASSADO À FRENTE 2019-02-09T22:58:01-02:00 Luiz Alex Silva Saraiva lass@face.ufmg.br <p>Neste editorial do número 14 do volume 5 da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, a editoria discorre sobre uma série de acontecimentos no Brasil que sugerem que estamos, no futuro, nos aproximando do passado.</p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4930 A VIAGEM ATRAVÉS DA IMAGEM 2019-02-09T22:55:41-02:00 Giordano Toldo giordanostoldo@gmail.com 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5233 “UMA CÂMERA NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA”: O CINEMA E SUAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2019-02-09T22:38:27-02:00 Andrea Oltramari andreaoltr@gmail.com Fernanda Tarabal Lopes fernanda.tarabal@ufrgs.br Eduardo Wannmacher eduardo.wannmacher@pucrs.br <p>O presente artigo tem como objetivo discutir sobre o cinema e suas possibilidades de formação em Administração. Para tanto, apresentamos alguns trabalhos já realizados nessa vertente na área e expomos sobre as possibilidades do cinema em uma via crítica e reflexiva de educação. Ainda nesse texto, compartilhamos sobre nossa experiência a partir de um projeto de extensão sobre cinema e seus desdobramentos no ensino e na pesquisa. Intentamos, com a apresentação de nossa proposta e das reflexões que aqui tecemos, que seja fomentada a discussão sobre cinema na Administração, bem como nossa expectativa de novos caminhos de processos formativos.</p> 2019-02-09T20:47:08-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4256 CINEMA, TRABALHO E SUBJETIVIDADE: MICRONARRATIVAS SOBRE SUBJETIVAÇÕES EM BOI NEON 2019-02-09T22:59:10-02:00 Igor Baptista de Oliveira Medeiros ibomedeiros@gmail.com Vanessa Amaral Prestes vanessa.amaral.prestes@gmail.com Aline Mendonça Fraga alinemf.adm@gmail.com <p>Neste artigo, propomos analisar como as performances de gênero ao longo do filme Boi Neon se engendram a partir de dispositivos de subjetivação marcantes em nossa contemporaneidade como trabalho e sexualidade. O filme explora um horizonte agreste e seco de potencialidades de trabalho e de vida que produz, ao contrário do que se espera, profusões de fazeres criativos e de estilísticas do viver que não seguem os moldes do regime de verdade do nosso tempo. Dessa forma, abriu espaço para refletirmos sobre o quanto se produz e se vive em lugares que parecem pouco transformados pela lógica moderna do trabalho. O percurso metodológico foi delineado pela produção de micronarrativas fluidas, que dizem sobre como a narrativa de Boi Neon nos afetou. As micronarrativas produzidas colocam em pauta o processo de criação de exercícios reflexivos que se revelam como alternativa à existência assujeitada, em especial no âmbito do trabalho.</p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4258 NO CORAÇÃO DA LOUCURA: RESISTÊNCIA, PROTAGONISMO E A LUTA DE NISE DA SILVEIRA 2019-02-09T22:59:31-02:00 Julice Salvagni julicesalvagni@gmail.com Marília Veríssimo Veronese mariliav@unisinos.br Marina Guerin ina.guerinx@gmail.com Rayra Roncatto Rodrigues yazoka@gmail.com <p>Este ensaio trata do filme <em>Nise: no coração da loucura </em>e tem como objetivo problematizar as representações da mulher constituídas a partir das premissas de <em>louca</em>, <em>subversiva</em> e <em>incapaz</em>. Encontraram-se no filme elementos para discutir a maneira como o saber médico e suas instituições de referência operam como ferramentas que reforçam os estereótipos de gênero. Abordam-se também os marcadores de gênero no mundo do trabalho, que no caso de Nise foram subvertidos numa instituição conservadora, como o hospital psiquiátrico. Entre os percalços do caminho traçado por Nise, o filme traz as maneiras que ela encontrou para se afirmar como médica psiquiatra e terapeuta ocupacional, se valendo da arte para construir seu método de trabalho. Nise da Silveira ainda é referência no que diz respeito ao cuidado de portadores de sofrimento psíquico, e o seu legado está presente nessa análise, como inspiração que perdura e produz efeitos até hoje.<em></em></p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4405 SUJEITO, SOCIEDADE E HISTÓRIA: DIÁLOGOS A PARTIR DA NARRATIVA CINEMATOGRÁFICA 2019-02-09T22:59:52-02:00 Francisco Carlos dos Santos Filho franciscocsantosf@hotmail.com Luciana Oltramari Cezar lucianacezar@me.com Claudia Piccolotto Concolatto claudia.con@terra.com.br Luiza Carolina dos Santos luizacdsantos@gmail.com <p>O artigo faz um enlace entre cinema, história, psicanálise e sociedade para trabalhar, através da análise de três filmes – Pan negro (Cinema Espanhol), Hiroshima, mon amour (Cinema Francês) e Adeus, Lenin! (Cinema Alemão) – com a dimensão histórica da subjetividade. Desta forma objetiva-se evidenciar o impacto que a realidade e os fatos de uma circunstância histórica têm sobre o psiquismo e a constituição dos sujeitos, sobre sua história e destino pessoal. Parte-se da perspectiva de que o aparelho psíquico é aberto, portanto suscetível às marcas do tempo e permeável à inscrição de vivências. Os filmes analisados refletem como a vida dos personagens está ligada ao contexto histórico que os circunda, atravessa e marca, inclusive de forma traumática, sua subjetividade. Memória, palavras e atos aparecem como elementos materiais capazes de permitir uma apropriação e elaboração da realidade externa. </p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4402 REPLICANTES E PROLETÁRIOS: A ESSENCIALIZAÇÃO DA CONDIÇÃO DE TRABALHADOR EM BLADE RUNNER 2019-02-09T23:00:12-02:00 Lucas Casagrande lcasagrande@gmail.com Carlos Fernando Torres Oviedo carlos.oviedo@ufrgs.br Neste ensaio se traça a ideia de que Blade Runner, bem como sua continuação recente, Blade Runner 2049, utilizam da ficção científica para refletir sobre questões sociais. Neste mundo distópico, os replicantes são o futuro da classe proletária, ao passo que os humanos, em números decrescentes, se tornam os capitalistas. Para que a separação de classes funcione de maneira mais eficiente, ou seja, para que a dominação seja plena, é necessário que os trabalhadores sejam essencializados enquanto tal. Dessa forma, sintetizamos o nosso argumento: Blade Runner ilustra o ápice da sociedade capitalista onde o trabalhador é essencializado e se reduz tão somente ao papel que lhe é atribuído, se tornando um mero replicante. 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4393 GATTACA: REFLEXÕES SOBRE O INSTRUMENTALISMO DA GESTÃO 2019-02-09T23:00:32-02:00 Luana Jéssica Oliveira Carmo luanajeoli@gmail.com Amanda Fontes Silva amandaf_silva@hotmail.com Marcella Barbosa Miranda Teixeira marcellabmt@gmail.com Ludmila Machado Guimarães de Vasconcelos ludmilavmg@gmail.com <p>Esse trabalho objetiva discutir como a análise fílmica de <em>Gattaca – A Experiência Genética</em> contribui para a construção de uma reflexão sobre as implicações do excessivo instrumentalismo da gestão, proposto por Gaulejac (2007). Para tanto, tratou-se dos seguintes categorias: válidos X inválidos, o fardo do sucesso garantido – o “culto aos campeões”, a ditadura do tempo real e a quantofrenia e vende-se uma identidade - a mercantilização do ser humano. Por meio da análise fílmica e da teoria apresentada foi possível notar a distinção entre válidos – aqueles que possuem as características que são aceitas - e inválidos - aqueles que não conseguiram acompanhar o ritmo, ou alcançar o desempenho satisfatório dentro das organizações. A hegemonia do gerencialismo atinge todas as esferas da sociedade. Trazendo para o contexto atual, cabe a reflexão dessa eugenia e desse domínio como determinantes do destino não só dos sujeitos, mas de populações inteiras.</p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4398 "COPACABANA" E "SE VIVÊSSEMOS TODOS JUNTOS?": UM ENSAIO SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DO CINEMA ACERCA DA VELHICE NA CONTEMPORANEIDADE 2019-02-09T23:01:30-02:00 Raquel Oliveira Barreto prof.raquel.barreto@gmail.com Alexandre de Pádua Carrieri aguiar.paduacarrieri@terra.com.br A velhice é um tema que tem povoado as produções cinematográficas, <em>contribuindo para a disseminação de determinadas representações sociais, legitimando comportamentos e modos de vida. Mas qual é realmente o lugar do velho na sociedade contemporânea? A criação recente de categorias como a Terceira Idade revelam um discurso positivo sobre a velhice, destacando um ideal de sujeito ativo, saudável e produtivo. </em>As organizações, sejam elas governamentais, empresas ou da sociedade civil constroem discursos e práticas a partir dessas representações, (re)produzindo-as. Temos como objetivo neste ensaio analisar como a velhice é apresentada e problematizada nos filmes "Copacabana" e "E se vivêssemos todos juntos?", tendo como pano de fundo a crítica sobre o lugar ocupado pelo velho na sociedade contemporânea. As discussões trazidas visam refletir sobre quem são esses sujeitos e as especificidades que lhes são características, as quais escapam de categorizações genéricas e abstratas como a de Melhor Idade 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4386 NÓS, DANIEL BLAKE: UMA ANÁLISE DOS DISPOSITIVOS DE CONTROLE, DOMINAÇÃO E RESISTÊNCIA 2019-02-09T23:01:11-02:00 Uiara Lopes Miranda lopes.uiara@gmail.com Juliana Cardoso Amaral jucardosoadm@gmail.com Lilian Bambirra de Assis lilianbassis@hotmail.com <p class="normal">Objetivou-se neste artigo analisar os dispositivos de controle e das relações de poder, dominação e resistência observados no filme Eu, Daniel Blake. A análise se deu por meio da perspectiva da sociedade disciplinar de Foucault, visão esta que foi revisitada por Deleuze com o conceito de sociedade de controle, e o conceito de <em>habitus</em> e dominação simbólica sob a perspectiva de Bourdieu. O filme traz alguns desses dispositivos e mostra relações de dominação sob uma determinada classe de sujeitos. A análise corrobora o pensamento deleuziano de que a sociedade disciplinar vem sendo reconfigurada por meio de uma narrativa histórica de controle e dominação. Este filme é um retrato da sociedade atual que mostra como os sujeitos são submetidos a normas comportamentais que trazem sofrimento e miséria humana, mas que, ao mesmo tempo, tentam se estabelecer enquanto donos de sua história por meio da resistência e da luta. </p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4385 PROBLEMAS DE GÊNERO NO SERTÃO POP DE BOI NEON 2019-02-09T22:57:30-02:00 Dieison Marconi dieisonmarconi@gmail.com Um esaio sobre as relações de gênero, sexualidade e trabalho no sertão comtemporâneo do filme Boi Neon. 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4401 “ANDY TROUXE AIDS PARA NOSSOS ESCRITÓRIOS”: UMA ANÁLISE FÍLMICA E SOCIAL APÓS 25 ANOS DO LANÇAMENTO DE “FILADÉLFIA” 2019-02-09T23:02:05-02:00 Renato Koch Colomby renato.colomby@gmail.com Maria Beatriz Rodrigues beatriz.rodrigues@ufrgs.br <p>O trabalho analisa o Filme Filadélfia (<em>Philadelphia</em> – 1993), refletindo seu potencial em explorar dinâmicas em relação ao HIV do final do século passado até o presente momento. O filme retrata a demissão de um proeminente advogado em carreira, após a suspeição de que estaria desenvolvendo AIDS. Valendo-se do enredo e das cenas, em uma abordagem qualitativa, o artigo parte da ficção para examinar conceitos como o estigma, o preconceito, a exclusão, o cuidado com o corpo na sociedade industrial capitalista, os direitos humanos, entre outros relacionados. Os conceitos examinados servem para discutir as leis de proteção ao trabalhador desses grupos tanto no Brasil, levando em conta a legislação do país, quanto em um cenário internacional, levando em consideração a participação de órgãos como a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4399 PRIVATIZAÇÕES: A DISTOPIA DO CAPITAL (2014), DE SILVIO TENDLER 2019-02-09T23:02:30-02:00 Fábio Tozi fabio.tozi@gmail.com <p>Esta resenha tem por objetivo apresentar e discutir o documentário “Privatizações: a distopia do capital”, de Silvio Tendler. Além de apresentar a obra, procura-se, também, discutir a sua importância como memória de eventos paradigmáticos da história recente do Brasil. Assim, alguns dos elementos trazidos por Tendler são aprofundados, buscando revelar como a alienação de bens públicos iniciada nos anos 1990 segue, com distintas formas e nomenclaturas, até os dias atuais. Dessa maneira, o que foi propagandeado como privatização de empresas em setores específicos tornou-se, na verdade, uma progressiva privatização da vida social coletiva e do próprio território. Por fim, buscando revelar a importância da obra e possíveis diálogos com outras formações socioespaciais, são trazidos ao debate documentários que retratam processos de privatização em outros países, especialmente Argentina, França e Estados Unidos da América. </p> 2019-02-09T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/4387 ENSAIO SOBRE O OLHAR – CINEMA, FOTOGRAFIA E A CONSTRUÇÃO DE FICÇÕES URBANAS 2019-02-09T22:51:54-02:00 Giordano Toldo giordanostoldo@gmail.com <p>Com apoio prático e teórico do filme <em>Tokyo-Ga</em>, de Wim Wenders, e do trabalho fotográfico <em>Em busca de Elliott Erwitt</em>, desenvolvido por mim no projeto de mestrado pelo PPGAV – UFRGS, analiso a força das imagens para a construção de certo olhar sobre a cidade. A fotografia e o cinema teriam papel importante na construção de um imaginário urbano, interferindo nos nossos desejos de ver e de se relacionar socialmente. Pensadores como Susan Sontag e Marc Augé detiveram suas reflexões na relação existente entre o envolvimento e a produção de imagens, percebendo éticas de conduta social no que se refere, principalmente, ao fotografar. Esta produção de imagens interferiria diretamente no real, propondo um recorte do mesmo através do olhar, aquilo que François Soulages se referiria como um exercício da ficção.</p> 2019-02-09T22:51:54-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5232 PARECERISTAS AD HOC – ANO DE 2018 2019-02-09T22:38:32-02:00 Luiz Alex Silva Saraiva lass@face.ufmg.br <p>Relatório com os nomes de todxs xs pareceristas ad hoc da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade que atuaram no ano de 2018.</p> 2019-02-09T20:27:45-02:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.face.ufmg.br/index.php/farol/article/view/5234 ESTATÍSTICAS – ANO 2018 2019-02-09T22:38:32-02:00 Luiz Alex Silva Saraiva lass@face.ufmg.br <p>Estatísticas da Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade relativa ao ano de 2018.</p> 2019-02-09T22:25:07-02:00 ##submission.copyrightStatement##